Cileide Moussallem entra para a história ao receber comenda inédita da Academia de Ciências e Artes da Amazônia

Mulheres Ícones da Amazônia

Manaus (AM) – A comunicadora e ativista Cileide Moussallem entrou para a história ao se tornar a primeira profissional da área da comunicação a receber a comenda “Mulheres Ícones da Amazônia”, honraria concedida pela Academia de Ciências e Artes da Amazônia a personalidades com impacto relevante no desenvolvimento social, cultural e intelectual da região.

A distinção representa mais do que um reconhecimento individual. Pela primeira vez, a Academia amplia oficialmente o alcance da premiação para o campo da comunicação, reconhecendo o papel estratégico da informação, da mobilização social e da construção de narrativas na transformação da realidade amazônica.

Com uma trajetória marcada por posicionamento firme e atuação voltada a pautas sensíveis, Cileide Moussallem vem se destacando pela defesa dos direitos das mulheres, pelo enfrentamento à violência e pela valorização de vozes historicamente invisibilizadas. Sua comunicação é reconhecida por dar espaço a histórias reais e por promover debates que impactam diretamente comunidades da região.

A escolha de seu nome reforça a comunicação como ferramenta de transformação social, não apenas como meio informativo, mas como instrumento de denúncia, conscientização e mobilização coletiva. Ao abrir esse novo precedente, a Academia sinaliza que a construção de uma sociedade mais justa também passa pela força da palavra e da visibilidade pública.

Mulheres Ícones da Amazônia

Cileide Moussallem e Jánary Rodrigues

Ao se tornar a primeira comunicadora a receber a comenda “Mulheres Ícones da Amazônia”, Cileide inaugura um novo capítulo dentro da instituição, abrindo caminho para que outras mulheres da comunicação também sejam reconhecidas por sua contribuição à sociedade.

A homenagem consolida uma trajetória construída com coragem, influência e compromisso com causas sociais. Mais do que um título, o reconhecimento simboliza o impacto de uma atuação que ultrapassa a comunicação e alcança diretamente a realidade da Amazônia, reforçando o papel da informação como agente de mudança.

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